31 de janeiro de 2026
Período de avaliação dos cientistas correspondeu exatamente aos 365 dias transcorridos da presença de Trump à frente dos Estados Unidos
Cesar Vanucci
Jornalista (cantonius1@yahoo.com.br)
Em janeiro de 2025, os ponteiros do
“Relógio do Juízo Final” moveram-se 1 segundo. Saíram dos 90 segundos em que se
mantiveram por 2 anos consecutivos para os 89 segundos faltantes das badaladas
fatídicas da meia-noite.
O Relógio do Juízo Final é um
instrumento simbólico, uma metáfora. Foi instituído em 1947, logo após a
Segunda Guerra Mundial, por grupo de renomados cientistas, entre os quais
Albert Einstein. O objetivo visado é transmitir a perspectiva sombria que se
abre à civilização humana de uma catástrofe existencial iminente. O encontro
dos ponteiros nas “24 horas” representa nada mais, nada menos que o apocalipse,
o armagedom das leituras sagradas, a extinção de todo o tipo de vida neste belo
planeta azul massacrado pelas paixões incendiárias, ódios dilacerantes,
ambições desenfreadas e instintos beligerantes.
A alteração no mostrador do relógio é
feita pelo Bulletin of the Atomic Scientists. O foco dos cientistas, em seu
alerta à Humanidade, contempla, entre outros, os seguintes fatores de risco: As
ameaças Nucleares e o colapso da segurança mundial; a crise climática e
ecológica; Tecnologias disruptivas e armas biológicas, incluso aí o avanço
desordenado da IA, abrangendo a viabilidade de controle dos instrumentos de destruição
em massa.
O chamado “efeito Trump” influiu,
obviamente, nas mudanças observadas entre janeiro de 2024 e janeiro de 25. Em
seu primeiro mandato, por sinal, ocorreu algo singular nessas modificações. Foi
o único período da avaliação histórica principiada em 47, em que os ponteiros
do relógio se movimentaram por 3 vezes seguidas. Temos aqui, pois, comprovação
do quanto as ações do atual mandatário da Casa Branca são passíveis de causar
crises na convivência internacional. Vejam só o que acaba de acontecer, agora,
janeiro de 2026 surge, no dizer da ciência, uma “nova hora”, ou seja, a
aproximação do momento fatal saiu dos 89 segundos para 85 segundos. Exatamente
1 minuto e 25 segundos para a “Meia-Noite”.
O anúncio oficial foi dado precisamente
no instante em que estas linhas estavam sendo digitadas. O período da avaliação
dos cientistas correspondeu justamente aos 365 dias transcorridos da presença
de Trump à frente, pela 2° vez, do governo, com seu repertorio de diatribes que
tanta inquietação e temor vêm produzindo em nossa aldeia global. Não se trata,
evidentemente, de mera coincidência. Não se trata de ficção, mas de um vigoroso
alerta global motivado por quadro agudo de situações anômalas suscetíveis de
colocarem o mundo, como advertido pelos cientistas, à beira do precipício.
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