sábado, 22 de dezembro de 2018



Landell antecedeu Marconi

Cesar Vanucci

“O que primeiro penetrou (...) os grandes segredos da telúrica etérea foi um brasileiro”.
(Artigo publicado em “La Voz de España, em 1900)

Como enfatizado no comentário passado, a primeira demonstração pública inequívoca dos efeitos práticos e eficazes dos inventos de padre Landell Moura deu-se em São Paulo em 3 de junho de 1900. Evento altamente prestigiado, aglutinou autoridades, diplomatas estrangeiros, gente do povo, “sendo coroado de brilhante êxito”, conforme noticiou o “Jornal do Commércio”, periódico de grande aceitação perante o público leitor da época. Conta a “Wikipédia”, a propósito, que “a bibliografia brasileira em geral aceita este testemunho como fidedigno.” Mais: do ponto de vista dos biógrafos de Landell é bastante plausível a hipótese de que a experiência na transmissão de som sem fio tivesse acontecido bem antes disso. Admite-se, também, que o padre-inventor brasileiro haja antecedido ao próprio Guglielmo Marconi na conquista tecnológica referente à transmissão de sinais telegráficos.

O jornal “La Voz de España”, na edição de 10 de dezembro de 1900, estampa artigo de J. Rodrigo Potet que serve para reforçar o vanguardeirismo de Landell. Abaixo, trechos da manifestação. “Um jornal da capital federal atribuiu a invenção desse aparelho, que tem a propriedade de transmitir a voz humana a uma distância de 8, 10 ou 12 quilômetros sem necessidade de fios metálicos, ao engenheiro inglês Brighton. O diário a que me refiro está mal informado. Nem a invenção do sistema de transmitir a palavra a distâncias é recente, nem foi o inglês o primeiro sábio a resolver satisfatoriamente esse árduo problema, que envolveu os mais intrincados princípios físico-químicos que podem oferecer-se à ciência humana. O que primeiro penetrou e descobriu os grandes segredos da telúrica etérea com glória e proveito, faz pouco mais ou menos um ano, foi um brasileiro, foi o nobre sábio padre Roberto Landell de Moura. Porque acompanhei passo a passo os estudos de seus inventos sobre telegrafia e telefonia com e sem fios; porque fui testemunha presencial de varias experiências, todas prodigiosas; e porque tive a honra de me ocupar do sábio e de suas eminentes obras em dois artigos publicados em “El Diário Español”, de São Paulo, artigos que mereceram a honra de serem reproduzidos no Rio de Janeiro, no “Jornal do Commércio”; por tudo isto, julgo-me obrigado a sair agora em defesa do direito de prioridade que assiste ao benemérito brasileiro padre Roberto Landell de Moura, no que tange à transmissão da palavra falada sem necessidade de fios. (...) O mérito cresce de ponto, em se considerando que os inventores europeus e americanos dispõem de operários mecânicos inteligentíssimos e de fábricas e laboratórios onde escolher as peças que a feitura de seus mecanismos requer. O padre Landell tem que conceber ele mesmo e executar os aparelhos, sendo a um só tempo o sábio que inventa, o engenheiro que calcula e o operário que forja e ajusta todas as peças de complicadíssimos mecanismos. (...) Mas acontece que o humilde sacerdote se fecha em sua modéstia habitual em vez de dormir sobre os louros. Os poucos amigos e admiradores que tem ao seu lado são capazes de compreender o sábio e avaliar o valor de seus inventos.”

Da documentação ampla coletada pelos estudiosos da extraordinária obra de Landell, personagem posicionado de forma realçante na galeria dos inventores mais criativos da história, consta, ainda, que em 9 de março de 1901, o brasileiro obteve a primeira patente para um “aparelho destinado à transmissão fonética à distância, com fio ou sem fio, através do espaço, da terra e do elemento aquoso”. A esta altura dos acontecimentos, os superiores hierárquicos do padre-inventor, alterando condutas anteriores, avessas e até mesmo hostis ao magnifico esforço de Landell, com o talento que Deus lhe deu, em contribuir para a expansão da consciência e do conhecimento tecnológico, concederam-lhe permissão para se aprofundar nas experiências em que já se achava engajado. Isso favoreceu fizesse uma excursão científica por países europeus e Estados Unidos. Em Nova Iorque, onde permaneceu cerca de quatro anos, Landell concebeu três aparelhos, requerendo patentes. O jornal “New York Herald” ocupou-se, em 1902, de suas admiráveis façanhas técnicas. Abriu-lhe espaço para entrevista com foto, ressaltando na reportagem o seguinte: “Por entre os cientistas, o brasileiro padre Landell de Moura é muito pouco conhecido. Poucos deles têm dado atenção aos seus títulos para ser o pioneiro nesse ramo de investigações elétricas. Mas antes de Brighton e Ruhmer, o padre Landell, após anos de experimentação conseguiu obter uma patente brasileira para sua invenção, que ele chamou de “Gouradphone”.

Nos Estados Unidos, o brasileiro conseguiu, em 1904, registrar as patentes requeridas. A primeira, alusiva a um “transmissor de ondas”. As outras, concernentes a um “telefone sem fio” e a um “telégrafo sem fio”. Data da mesma ocasião o anúncio de seu projeto para transmissão de imagens à distância. Tal projeto confere-lhe, no entendimento dos biógrafos, a condição de pioneiro em matéria de televisão, teletipo e controle remoto.

A prodigiosa história do Padre Roberto Landell Moura reclama, obviamente, novas considerações.




PAINEL DE IDEIAS


                                                                                                 O que dizem outros articulistas


 Um gênero de loucos.
Maria Inês Chaves de Andrade*

Somos loucos de todo gênero: heterossexuais, lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queers, intersexuais, assexuais e pansexuais. A sigla mais hodierna para designar o nosso plúrimo é LGBTQIA+ dando a assomar-se quem mais, seja como for e vindo a dar-se consigo, não se reconheça sob nenhuma chancela. Mas, há um gênero de loucos que assombra sem gênero. Sua degenerescência está na medida da integridade alheia, a que julga, condena e executa acaso o afronte pessoalmente, já que sabe como tudo deve ser.  O degenerado não reconhece a beleza, nem as nuances da sedução, estas que suscitam os amantes certos de cada um. A gênerosidade da carne sob roupa e trejeito e caras e bocas de tantos nada lhe diz, senão o transtorna, tanto maior tenha sido o armário dentro da caixa que se abriu enquanto ele sonhava com a tampa. A igualdade o incomoda porque aquela gente nada tem de similitude consigo e da diferença que ora se proclama são mesmo resto. O degenerado se excita com a pasteurização, mas tem trauma de iogurte em prateleira de queijo prato. Sem consistência alguma insiste no desgosto, este paladar apurado na angústia alheia. E de tal ordem propõe a desordem, que entende o ordenamento jurídico como óbice à sua postura de radical livre, este que pleiteia a assunção de um arbítrio absoluto, para oxidar tudo o que toma por anômalo já que é normal. Este gênero de louco ofende os loucos de todo gênero. Ora, gravidez de biquíni já foi gravíssima; liberdade para negros, nigérrima; minissaia, longamente indecente; direito ao trabalho e voto feminino, o fim da sociedade; colégio misto, decomposição moral; adultério, crime; divórcio, impensável. Mas, o degenerado não pensa mesmo. Ele prefere a ignorância porque sabe que ela mata e este é o propósito ideal. A medida do mundo é sua desmedida e nunca tem cabimento o que ele diz, embora sempre dê a saber de seu discurso inflamado. Quanta pústula há sob a incandescência! A gritaria dele dá-lhe a ouvir apenas a própria voz, já que a voz do povo, expressa na Constituição da República, não dá azo à outra ausculta senão que nosso objetivo fundamental é “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”. Este degenerado tem uma sensibilidade específica, adstrita às opções de gênero, mas nada do que há a merecer sua sede, em sede mesmo de sexualidade, o provoca. O macho de ocasião, aquele que se inscreve sempre a macerar o mais frágil, não o altera. Nem liga se há feminicídio, estupro, pedofilia... O macho de ocasião, em certas ocasiões, é mais macho. Nos coletivos, importuna e coletivamente, violenta. Mas, a submissão de tantos se explica se o propósito é submeter. Nem sabe o degenerado que macho é o homem que contém a si mesmo, mais que aparentemente macho. Sua essência humana degenera-se e paulatinamente rescende à putrefação de sua espiritualidade, por mais que encontre amparo na “igreja”, porque a Carta Magna resta promulgada sob a proteção de Deus e nesta missiva está nossa missão.

Vice-Presidente da ONG “O Proação”

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

                                            (Esta ilustração foi colhida no Google)

A saga Landell Moura


Cesar Vanucci

“O que Landell descobriu (...) é o que na quase totalidade se sabe na atualidade.”
(Vânia Maria Abatte, do “Nucleo de Pesquisas Landell Moura)                                                                                                                                                   

Damos continuidade agora à narrativa sobre a vida e obra de Roberto Landell de Moura, genial inventor brasileiro, primeiro cientista a fotografar comprovadamente a aura humana utilizando aparelho que concebeu, avançadíssimo para sua época. Detentor de vasto conhecimento a respeito de gama considerável de temas científicos, o padre gaúcho entranhou-se com a homeopatia, psicologia e os chamados fenômenos transcendentes, manifestações mediúnicas inclusas, abordando-os pelo prisma científico.

Visando propagar a técnica terapêutica referida, contribuiu decisivamente para a implantação de instituições superiores de ensino, uma no Rio de Janeiro e outra em Porto Alegre, ligadas à corrente da medicina homeopática. Na inauguração da escola gaúcha, impressionando vivamente as pessoas presentes, discorreu sobre as diferentes modalidades de assistência à saúde colocadas ao dispor do ser humano. Explicou, didática e eruditamente, com pleno domínio do tema, amparado nos conceitos hipocráticos, as características essenciais dos tratamentos médicos proporcionados pela alopatia e pela homeopatia. A imprensa divulgou amplamente o fato.

Landell denominou de “perianto” ao que acabou ficando conhecido como “aura”, ao comunicar a existência desse campo energético sutil que circunda permanentemente os seres vivos. Seja anotado, outra vez, que muitos anos transcorreram, após suas precursoras pesquisas, até que o cientista russo Semyon Davidovich Kirlian pudesse anunciar haver detectado, em laboratório, o mesmo fluido energético, batizando-o de “efeito Kirlian”. Nessas experiências vanguardeiras, produzidas com aparelho denominado “Spiricon”, Landell incorporou aos registros da ciência a descrição da aura a seguir reproduzida. “Todo o corpo humano está como que envolvido de um elemento de forma vaporosa, mais ou menos densa, segundo a natureza ou o estado do individuo ou ambiente em que ele se ache. Esse elemento, quando adquire uma tensão capaz de vencer obstáculos que se opõem à sua expansão, escoa do corpo humano sob a forma de descargas disruptivas ou silenciosas, tal qual sucede com a eletricidade. E os fenômenos que nessas ocasiões se dão têm muita analogia com os elétricos estáticos e dinâmicos, com relação aos outros corpos semelhantes. Pelo que cheguei à conclusão de que se trata de um fenômeno que constitui uma variedade dos fenômenos produzidos pela eletricidade ou pela causa da eletricidade, do calor, da luz etc.”

Os cadernos de anotações do padre falam dessas experiências específicas. Referem-se às fotografias da aura então obtidas. As imagens têm por foco os dedos das mãos do próprio Landell e o corpo de um animal de pequeno porte. Professora do “Núcleo de Pesquisas e Estudos Landell de Moura”, Vânia Maria Abatte assinala, conforme consta da Wikipédia, a seguinte informação: “O que Landell descobriu com relação ao “perianto”, ou então energia sutil, é o que quase na totalidade se sabe na atualidade sobre o assunto”. Ressalte-se, novamente, que as revelações do cientista e sacerdote brasileiro antecedem em praticamente um século - ora, veja, pois! - a recente “descoberta” da existência da aura. Anunciado agora em novembro, por conceituados pesquisadores da Universidade de Stanford, Estados Unidos, o estudo a propósito da momentosa questão alcançou ampla e compreensível repercussão nos círculos científicos internacionais.

Chegando a este ponto de nossa narrativa, não resistimos à tentação de entregar à reflexão do leitor uma observação danada de instigante, suscitada pelo pioneirismo (não oficialmente reconhecido) de Landell. Não são incomuns, no palco da história, enredos que possam ser descritos da forma estampada na sequência. Escalando as íngremes encostas montanhosas do conhecimento, ao cabo de extenuante e meritório esforço, cientistas renomados atingem, exultantes, uma clareira que lhes permite dar por finda a busca relevante em que se acham empenhados. Colocando atenção mais aguda, entretanto, nas coisas enxergadas ao derredor, acabam se dando conta, talvez um tanto desconcertados, com claros vestígios da passagem, bem antes, pelas mesmíssimas paragens, de adeptos da sabedoria transcendente, de inspiração quase sempre mística.

A saga Landell Moura abarca, na real extensão dos fatos históricos levantados em investigações promovidas por órgãos consagrados a resgatarem a memória do padre-inventor , um punhado de expressivas contribuições do notável personagem à causa da expansão da consciência humana e do conhecimento científico e tecnológico. Renderá, por conseguinte, naturalmente, mais relatos



Uma magnífica publicação

Os jornalistas Ricardo Camargos e Virgínia Castro reuniram meia centena de especialistas na arte culinária e jornalistas que já assinaram ou assinam trabalhos referentes a essa temática para a elaboração de uma magnífica publicação. Trata-se do livro-documentário "O sabor das letras", uma sugestiva sequência de receitas e de casos,  editado pelas entidades do Sistema Fecomércio. O ato de lançamento do livro, altamente prestigiado, aconteceu no Senac no último dia 7 de dezembro. Duas das crônicas divulgadas são de autoria deste escriba. 
As fotos da cerimônia abaixo reproduzidas foram enviadas por Virgínia Castro. 


sexta-feira, 7 de dezembro de 2018


Padre Landell, brasileiro, 
primeiro cientista a fotografar a aura
 

Um brasileiro contemporâneo do futuro

Cesar Vanucci
“Roberto Landell de Moura, padre, foi um inventor genial.”
(Antônio Luiz da Costa, professor)


A revelação, feita agora em novembro, rendeu vistosas manchetes mundo afora. Ganhou compreensível retumbância nas esferas científicas. Pesquisadores da Universidade de Stanford, Estados Unidos, anunciaram com pompa, ufanando-se da proeza, haver comprovado a existência da “aura humana”. Constataram que um fluido energético invisível ao olhar da quase totalidade das pessoas recobre permanentemente o corpo físico de todos os seres vivos. Noutras palavras, reconheceram que a “aura” não é tosca crendice, mera superstição. Até que enfim!

A “descoberta” foi rotulada de “expossoma humano”. Afiança-se na descrição dessa camada de energia que se trata de uma espécie de “nuvenzita” composta de micro-organismos e outras partículas suspensas no ar, entre elas resíduos de gases químicos expelidos em diferentes atividades. A pesquisa sustenta ainda que todos nós achamo-nos constantemente expostos ao “expossoma” em todo e qualquer ambiente. Os autores do trabalho expressam, como de costume, “ceticismo científico” acerca da versão referente à aura propagada em narrativas esotéricas. Resolvem abrir, ao redor do alardeado feito, uma controvérsia que promete dar o que falar. Segundo eles, a “aura humana” captada nos experimentos de laboratório nada tem a ver com energias sutis, percebidas pela ótica mística e identificadas, não é de agora, nos estudos sobre os chamados fenômenos transcendentes. Fenômenos, diga-se de passagem, que enxameiam este nosso velho mundo repleto de coisas assombrosas e de decifração complicada.

Não fica nada fácil para um simples leigo – caso deste desajeitado escriba, propagador de quiméricas interpretações das charadas intrigantes antepostas à jornada humana - meter o bedelho em tema de tamanha complexidade. Mas, seja como for, este “repórter enxerido“ ousa afirmar que a revelação dos conceituados pesquisadores estadunidenses admitindo a existência da aura está chegando com atraso de mais de um século. É só atentar para o que, no final do século XIX e nas duas primeiras décadas do século passado, um brasileiro notável, arrostando incompreensões e preconceitos de todo quilate, andou participando aos seus contemporâneos. Ele não apenas descreveu, como fotografou a aura em aparelho que inventou.

A informação que ora passo ao distinto leitorado remete à fascinante história de Roberto Landell de Moura. Cidadão gaúcho de Porto Alegre, nascido em 21 de janeiro de 1861, falecido em 30 de junho de 1928. Falo de um sacerdote católico de mente aberta e inclinações místicas, cientista e inventor, personagem de avantajada formação cultural e científica. Um autêntico contemporâneo do futuro. Da leitura de numerosos textos alusivos à sua vida e obra extraio empolgante narrativa.

A primeira notícia a ser dada é de que, embora devotado à vida religiosa, com passagens sempre edificantes pela administração de paróquias no Rio Grande do Sul e São Paulo, Landell focava a atenção paralelamente em pesquisas científicas de relevância no processo da evolução civilizatória. Foi apontado, por autoridades na área dos saberes, como alguém de ideias consideravelmente avançadas para seu tempo.

Com conceitos inovadores da ciência e envolvimento em assuntos tabus do ponto de vista da ortodoxia religiosa  - como contatos com o além, paranormalidade e crença na existência de outros mundos povoados de inteligência – provocou reações de desagrado sem conta por parte de seus superiores. Foi advertido em várias ocasiões para que moderasse o discurso e se ativesse aos cânones doutrinários. De sua biografia consta episódio emblemático. Em meados de 1890, Landell exibiu um de seus numerosos inventos a um prelado paulista. Um aparelho que poderia ser definido como “telefone sem fio”, algo inimaginável naquela época. Perturbado com as “vozes que vinham de nenhum lugar”, o superior eclesiástico qualificou o aparelho “como obra do demônio”, proibindo o padre inventor de prosseguir com os “heréticos” experimentos. Pesquisas a respeito do campo energético sutil que circunda seres vivos levaram Landell a conceber um outro aparelho extraordinário. Batizou-o com o nome de “Spiricon”. Foi chamado às falas pela ousadia, acusado igualmente de prática profana. Anos depois de sua morte, o russo Semyon Davidovich Kirlian, criou o instrumento que produz o chamado “efeito kirlian”, praticamente retomando os estudos do padre brasileiro. A descoberta de Kirlian valeu-lhe reconhecimento mundial. O pioneirismo do padre Landell Moura não foi oficialmente atestado, em escala mundial, devido ao obscurantismo cultural que alvejou sua atuação.

Este relato sobre a vida e obra do genial compatriota vai ter sequência. O leitor ficará a par nas próximas anotações, entre outras extraordinárias revelações, de texto em que ele descreve a “aura humana”, cem anos antes dos cientistas de Stanford.

A SAGA LANDELL MOURA

Nestes tempos de coronavírus Cesar Vanucci “Brasília poderia ter sido (desde o começo da pandemia) uma fonte de informações e de...