segunda-feira, 17 de abril de 2023

Voltando ao incidente em Roswell

    

                                                         *Cesar Vanucci

 

“filho e neto sustentam que o Major Jesse Marcel foi obrigado a negar que o OVNI era alienígena” ( em entrevista ao Daily Mail)

 

Como explicado pratrazmente, a avalancha noticiosa suscitada pelo “Incidente em Roswell”, as controvérsias inesgotáveis produzidas pelo desconcertante evento, tornando-o marco histórico na crônica ufológica, contribuíram grandemente para que se robustecesse na crença popular a ideia de que não estamos sós no universo.

 Acompanhemos o raciocínio. A terra da qual somos povoadores, representa uma minúscula ilha perdida numa vastidão oceânica repleta de inexplicabilidades, como sugere Aldus Huxley.  Não é crível admitir que todo o resto do infindável universo, composto de trilhões de corpos celestiais esteja deserto de vida inteligente. Nem será preciso ver para crer, não é mesmo?

 Na opinião de pesquisadores conceituados, as coisas em Roswell se passaram exatamente como foi registrado na versão do primeiro momento. A Força Aérea Americana recolheu destroços de uma nave não terrestre operada por algum tipo de inteligência possuidora de conhecimento tecnológico mais avançado, comparativamente com o saber científico dominante em nosso planeta. A hipótese de que o artefato misterioso transportava seres de aparência humanoide de baixa estatura, um deles recolhido ainda com vida, é sustentada com convicção em numerosos setores que se debruçaram freneticamente na coleta de depoimentos testemunhais e outros tipos de provas. As mesmas fontes garantem que o caso Roswell não foi o único do gênero. Nos Estados Unidos mesmo, bem como na Inglaterra, Alemanha e Rússia, autoridades militares se defrontaram com episódios parecidos ocultando-os da opinião pública com fajutos argumentos e ridículas farsas.  Entre os estudiosos merecedores de respeito, ha quem assegure que contatos de grau mais avançado já teriam ocorrido entre representantes das grandes potências com supostos habitantes das distantes estrelas. Num determinado momento isso virá a ser objeto de uma revelação oficial que, certeiramente produzirá impactos difíceis de serem avaliados à primeira vista.

 Roswell aconteceu há 73 anos. De lá para cá os registros dos chamados incidentes ufológicos cresceram espantosamente. A famosa “Área 51”, apontada como centro de operações ultrassecretas ligado a temática ufológica, abrigaria, presumivelmente, tudo quanto, em matéria de informação, cientistas e militares americanos conseguiram reunir, mundo afora, acerca dos discos voadores. Mas, - é bom anotar - assim como sucedeu com a história do “disco voador” de Roswell, a Área 51 não seria nada além de uma ficção criada pela imaginação dos ufólogos, a nos basearmos no que insistem em propagar as autoridades governamentais americanas.

 Retomando o “incidente em Roswell” propriamente dito, tenho a dizer ao distinto leitor que,  há mais de duas décadas num seminário sobre ufologia que reuniu especialistas internacionais, bati um papo a respeito do assunto, com ninguém mais, ninguém menos, do que Jesse Marcel Jr., exatamente, filho do Major Jesse Marcel, responsável pela histórica revelação da nave alienígena encontrada no deserto do Novo México. No antigo CBH (canal de Belo Horizonte), que já não mais opera divulguei o depoimento do filho sobre a descoberta do pai. Ele confirmou a história, com por menores. Jesse Marcel Jr. E Jesse Marcel Neto, pelo que pude acompanhar, tornaram-se divulgadores respeitados da fascinante saga ufológica, ajudando-nos a aceitar a teoria de que não estamos sós no universo.

 Jornalista(cantonius1@yahoo.com.br)

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