quinta-feira, 10 de agosto de 2023

Tem gente lá fora

 


                        *Cesar Vanucci

 

Na escala cósmica, só o fantástico tem probabilidade de ser real.

(Teilhard de Chardin, Padre Jesuita)

 

 

Na televisão, convicto e com impecável desenvoltura, renomado cientista reporta-se às cifras estupendas do infinito espaço cósmico. Só em nossa galáxia – explica - existem 30 milhões de constelações estelares. Ou seja: 30 milhões de astros de grande porte (semelhantes ao sol) dotados de forte luminosidade, com planetas e satélites girando no entorno. Já no universo visível, a estimativa é de que existam 100 milhões de galáxias. Os resultados de um simples cálculo aritmético de multiplicação são de queimar a “mufa” de qualquer vivente. O cenário descrito remete-nos ao genial teólogo e filósofo Pierre Teilhard de Chardin: “na escala cósmica, só o fantástico tem probabilidade de ser real. na escala cósmica as coisas não são tão fantásticas quanto a gente imagina, mas  muito mais fantásticas do que a gente jamais conseguirá imaginar.”

 

Não estamos sozinhos. Tem gente lá fora. Como pontua Carl Sagan, se assim não fosse, seria um enorme desperdício de espaço. Cresce incessantemente, à vista de tal constatação, a quantidade de pessoas desejosas de respostas convincentes a respeito dos enigmáticos avistamentos nos céus, dos depoimentos instigantes trazidos por cientistas, militares, gente de todas as camadas sociais envolvidas nos assim chamados “contatos imediatos”, da documentação fotográfica e fílmica abundante sobre fenômenos aéreos produzidos certeiramente por inteligência não humana. A impressão guardada por amplos setores da opinião pública é de que o sigilo oficial acerca dos incidentes ufológicos já foi longe demais, carecendo ser quebrado em nome do bom senso e do interesse público.

 

Há evidencias copiosas de que as grandes potências já coletaram, ao longo de décadas de pesquisas mantidas em segrego, informações básicas a propósito da candente questão. Essas investigações já teriam conduzido os órgãos incumbidos de promovê-las à conclusão de que os denominados “incidentes ufológicos” derivam de voos na atmosfera e de pousos no solo terrestres produzidos por artefatos de origem não humana. Noutras palavras: de alguma civilização inteligente localizada num ponto qualquer dos confins colossais do universo.

 

Por assim entenderem, cientistas reputados, militares graduados, cidadãos com foco no amanhã das coisas vêm reivindicando publicamente a liberação de informações fidedignas sobre os objetos voadores não identificados (discos voadores). Consideram eles inaceitável o argumento dos defensores da tese de se manter hermético segredo em torno do assunto de que a humanidade não estaria preparada o bastante para o impacto das revelações acerca da pluralidade de mundos habitados.

 

Como mencionado anteriormente, o Congresso dos Estados Unidos da América vem insistindo com a Casa Branca e o Pentágono pra que tornem público o vasto material contendo informações sobre os assim chamados “vagalumes do espaço”, denominação atribuída por muitos aos “discos”. Tem-se como certo que, além dos EUA, Rússia, China, Reino Unido, França, Alemanha e outros países possuem acervo volumoso de dados pertinentes aos óvnis. Alguns desses países teriam sob guarda até mesmo partes de naves de origem extraterrena acidentadas em seus sobrevoos no planeta.

 Tudo indica também que as Forças Armadas brasileiras promovem, desde os anos 50, avançadas pesquisas relativas aos discos voadores. No governo JK houve a divulgação mundial de uma foto de enorme objeto aéreo sobrevoando navios da Armada durante um exercício militar. A FAB liberou, à mesma época, impressionante documento descrevendo contatos imediatos incríveis. Anos mais tarde ocorreu, conduzida pela mesma Força, a famosa Operação-Prato, na Amazônia.


 

 

Jornalista (cantonius1@yahoo.com.br)

 

 

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